MORTE E VIDA SEVERINA

Denominado por seu autor um 'Auto de Natal Pernambucano", Morte e Vida Severina é um poema dramático já incorporado à sensibilidade nacional. Lido, representado, musicado e televisionado, proibido e liberado, é um dos pontos culminantes da poesia social brasileira. A peça foi escrita no ano de 1955, depois musicada por Chico Buarque de Holanda. A primeira montagem na forma musical ocorreu em 1965, pelo Grupo de Teatro da PUC/SP, dirigida por Sylnei Siqueira. O espetáculo foi vencedor do Festival Internacional de Nancy, na França, em 1966. O poeta João Cabral de Melo Neto recebeu o prêmio de melhor autor. A peça narra a história de Severino, retirante nordestino que sai da caatinga em direção ao Recife, para fugir da miséria e da fome. A saga do retirante, da forma como contada, pode ser comparada metaforicamente ao nascimento e à paixão de Cristo. Música e poesia se entremeiam no caminho do personagem, resultando num espetáculo de grande força dramática e beleza estética.

A Leitura Dramática foi apresentada no dia 24 de fevereiro de 2018 no CPF - Centro de Pesquisa e Formação do Sesc/SP.

AutorJOÃO CABRAL DE MELO NETO
MúsicasCHICO BUARQUE DE HOLANDA
Coordenação de DramaturgiaRENATA PALLOTTINI
Coordenação GeralCRISTINA COSTA
Direção MusicalDINO GALVÃO BUENO
Direção GeralROBERTO ASCAR
ProdutorDEMA DE FRANCISCO
FotosSAMUEL IAVELBERG
VídeoLEON CUNHA


Elenco: (ordem alfabética)

  • ÍCARO GABRIEL
  • JULIANA RIZZO
  • LUCAS MACHADO
  • RICARDO HUSSNI
  • ROBERTO ASCAR
  • TÂNIA MAALOUF


Músicos

  • DINO GALVÃO BUENO
  • LÉO ESCOBAR


Comentários

  • ADILSON CITELLI - Doutor em Literatura Brasileira pela FFLCH, professor titular da ECA/USP, editor da revista Comunicação & Educação

  • MELCHIADES CUNHA JÚNIOR - Jornalista e advogado pela PUC/SP. Em 1955 participou do elenco da peça Morte e Vida Severina. Jornalista na Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Estadão, Rádio Eldorado, Revista Afinal. Foi diretor da Rádio USP.,  




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